"Do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes, um renovo" – Isaías 11.1 Obs: Comunidade localizada em São Paulo capital.

sábado, 10 de outubro de 2020

O QUE DIZEM OS ACADÊMICOS ERUDITOS, HISTORIADORES ESPECIALISTAS E ARQUEÓLOGOS SOBRE A RESSURREIÇÃO DE YESHUA? (PARTE 1)


Depois de mais de 700 horas estudando este assunto e analisando em todos os detalhes o seu fundamento, cheguei à conclusão de que a ressurreição de Yeshua, o Messias, é o fato mais fantástico da história.


Para entendermos Yeshua, precisamos levar em conta suas três credenciais básicas:
(1) O Impacto de Sua vida na História da Humanidade;
(2) Profecias que se cumpriram na Sua vida; e
(3) Sua ressurreição.
A ressurreição de Yeshua, o Messias e a fé messiânica permanecem em pé ou caem por terra juntos. Um estudante universitário do Uruguai me indagou: "Professor McDowell, por que o senhor não chega à conclusão de que a fé messiânica está errada?" Ao que respondi: "Por uma razão muito simples: não consigo explicar satisfatoriamente um ACONTECIMENTO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE — a ressurreição de Yeshua, o Messias".
O RELATO DA RESSURREIÇÃO EM MATEUS 28:1-11
(Veja também Marcos 16; Lucas 24; João 20:21)
"1.Ao findar o Shabat e entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver osepulcro. 2.E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. 3.O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste alva como a neve. 4.E os guardas tremeram espavoridos, e ficaram como se estivessem mortos. 5.Mas o anjo, dirigindo-se às mulheres, disse: Não temais: porque sei que buscais a Yeshua, que foi crucificado. 6.Ele não está aqui: ressuscitou, como havia dito. Vinde ver onde ele jazia. Ide, pois, depressa, e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos, e vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. É como vos digo! E, retirando-se elas apressadamente do sepulcro, tomadas de medo e grande alegria, correram a anunciá-lo aos discípulos. E eis que Yeshua veio ao encontro delas; e disse: Salve! E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés,e o reverenciaram. Então Yeshua lhes disse: Não temais. Ide avisar a meus irmãos que se dirijam à Galiléia, e lá me verão. E, indo elas, eis que alguns da guarda, foram à cidade e contaram aos principais sacerdotes tudo o que sucedera."
A seguir você tem um esboço preparado para ajudá-lo a usar com eficácia este material:
1A. A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO
2A. AS AFIRMAÇÕES DO MESSIAS DE QUE RESSUSCITARIA DOS MORTOS
1B. A Importância das Afirmações
2B. As Afirmações conforme Feitas por Yeshua
3A. A ANÁLISE HISTÓRICA
1B. Um Acontecimento da Dimensão Tempo-espaço
2B. O Testemunho da História e do Direito
3B. O Testemunho dos Antigos Pais da Igreja
4A. O CENÁRIO DA RESSURREIÇÃO
1B. Yeshua Estava Morto
2B. O Túmulo
3B. O Sepultamento
4B. A Pedra
5B. O Selo
6B. A Guarda
7B. Os Discípulos
8B. As Aparições após a Ressurreição
1A. A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO DO MESSIAS
Com exceção de quatro, todas as principais crenças do mundo baseiam-se em meras afirmações filosóficas. Das quatro que se baseiam mais na vida de pessoas do que num sistema filosófico, somente a fé messiânica postula um túmulo vazio para o seu originador.
Em Therefore Stand (Permanecei, pois, firmes) Wilbur Smith diz: "Os relatos originais sobre Buda jamais lhe atribuíram algo como uma ressurreição; na verdade, o mais antigo relato sobre sua morte, a saber, o Maha-parinibbana Sutta, se refere à morte de Buda como sendo 'aquela morte completa, da qual nada resta'". O professor Childers diz: 'Nas escrituras e comentários em idioma pali (e até onde eu saiba em qualquer livro em pali), que pertencem às tradições do povo sakya, não há qualquer menção a que Buda tenha vivido depois de sua morte ou que tenha aparecido a seus discípulos'. Maomé morreu em 8 de junho de 632 A.D., aos sessenta e um anos de idade, na cidade de Medina, onde seu túmulo é anualmente visitado por milhares de muçulmanos devotos. Todos os milhões e milhões de budistas e muçulmanos concordam que os fundadores de suas respectivas religiões jamais ressurgiram do pó da terra."
Theodosus Hamack disse: "A posição que você tem diante do FATO HISTÓRICO da ressurreição já não é, a meu modo de ver, algo no campo da Teologia, mas sim da História da Humanidade. Para mim a fé no Messias Yeshua permanece de pé ou cai junto com a Ressurreição".
O professor William Milligan afirma: "Ao se falar das provas favoráveis à ressurreição de nosso Senhor, pode-se ir ainda mais longe e insistir que o fato se harmoniza com todos os demais acontecimentos da Sua vida".
Wilbur Smith conclui: "Se o nosso Senhor DISSE COM GRANDE EXATIDÃO e RIQUEZA DE DETALHES que, depois de subir a Jerusalém, ELE SERIA MORTO, mas que AO TERCEIRO DIA RESSUSCITARIA, e se essa predição SE REALIZOU, então sempre me pareceu que tudo o mais que nosso Senhor tenha dito também deve ser VERDADE".
W. J. Sparrow-Simpson desenvolve ainda mais o raciocínio: "Se alguém perguntar como a ressurreição do Messias é uma prova de que Ele é o Filho de Deus, a resposta é que da mesma forma como o Messias abertamente declarou que era o Filho de Deus, Sua ressurreição dentre os mortos foi o SELO DIVINO quanto à veracidade daquela declaração. Caso o Messias tivesse permanecido sob o poder da morte, Deus teria, com isso, repudiado a afirmação de Yeshua de que era Seu Filho; mas, ao ressuscitá-lO dentre os mortos, Deus publicamente O reconheceu dizendo: 'Tu és Meu Filho, Hoje Eu Te gerei"'. Também o sermão de Pedro no dia de Pentecoste "baseia-se total e completamente na Ressurreição. Não apenas é a Ressurreição o tema principal, como também, caso se eliminasse essa doutrina, já não sobraria qualquer outra doutrina. Pois é proposto que a Ressurreição:
(1) apresente uma explicação para a morte de Yeshua;
(2) tenha sido profeticamente prevista como parte da experiência messiânica;
(3) tenha sido testemunhada pelos apóstolos;
(4) seja a causa do derramamento do Espírito, explicando essa forma fenômenos religiosos inexplicáveis de outra maneira e...
(5) confirme a posição de Yeshua de Nazaré como Messias e Rei.
Assim, a estabilidade de toda uma série de argumentos e conclusões depende inteiramente da Ressurreição. Sem a Ressurreição a posição de Yeshua como Messias e Rei não poderia ser confirmada de modo convincente. Sem ela o novo derramamento do Espírito continuaria sendo um mistério inexplicado. Sem ela a essência do testemunho dos apóstolos teria desaparecido. Tudo o que restaria dessa instrução seria a exposição messiânica do Salmo 16, e assim mesmo só como a experiência futura de um Messias que ainda não havia aparecido. O reconhecimento de Yeshua por parte de Deus, conforme atestam as obras daquele, também permaneceria de pé, mas aparentemente só como um reconhecimento de Sua vida, uma vida que terminou como a de qualquer outro profeta a quem a nação recusou continuar tolerando. Por essa razão, a primeira mensagem messiânica baseou-se na posição de Yeshua conforme estabelecida pela Sua Ressurreição".
Até mesmo Adolf Hamack, que rejeita a crença na ressurreição, admite: "A firme confiança dos discípulos em Yeshua tinha suas raízes na crença de que Ele não permanecera morto, mas fora ressuscitado por Deus. Em virtude do que haviam experimentado nEle e certamente só depois de terem-nO visto, é que o fato de que O Messias Yeshua havia ressuscitado era algo tão certo como o fato de Sua morte; sendo que a Sua ressurreição se tornou o principal tema da pregação dos discípulos acerca dEle." (História da Fé no Messias, capítulo 2).
H. P. Liddon diz: "A fé na ressurreição é a principal coluna de sustentação da fé no Messias Yeshua; retirando-se a coluna, tudo inevitavelmente cai por terra". A ressurreição de Yeshua sempre tem sido em todos os aspectos a doutrina central da Congregação do Eterno que possui o testemunho do Messias. Nas palavras de Wilbur Swith: "Desde o primeiro dia da vida que lhe foi conferida por Deus, a congregação messiânica tem, de uma forma coesa, dado testemunho de sua fé na Ressurreição do Messias. É aquilo que podemos chamar de uma das grandes doutrinas e convicções fundamentais da congregação, e de tal forma permeia o texto do Novo Testamento que, caso se removessem todas as passagens que contêm referência à Ressurreição, ter-se-ia uma coleção de textos tão mutilados que seria impossível de compreender o que tivesse restado. A ressurreição mexeu intimamente com a vida dos primeiros seguidores do Messias. O fato da Ressurreição é visto nos seus túmulos e nos desenhos que se encontram nos muros das catacumbas; a Ressurreição afetou profundamente a hinologia messiânica; tornou-se um dos assuntos mais vitais dos grandes escritos apologéticos dos primeiros quatro séculos; foi constantemente o tema das pregações tanto no período pré-niceno como pós-niceno. "Todos os dados apresentados pelo Novo Testamento mostram que o tema principal das boas novas, ou evangelho, não era: 'Segue este Mestre e Faze o melhor', mas: 'Yeshua é a Ressurreição'. É impossível excluir isso da fé messiânica sem alterar radicalmente o seu caráter e destruir sua própria identidade."
O professor Milligan diz: "Assim, parece que desde a aurora de sua história, não apenas a congregação messiânica cria na Ressurreição de seu Senhor, como também a sua crença nessa questão estava entrelaçada com toda a sua existência".
W. Robertson Nicoll cita Pressensé: "O túmulo vazio de Yeshua foi o berço da Congregação do Messias..."
W. J. Sparrow-Simpson racionaliza: "Se a Ressurreição NÃO é um fato histórico, então o poder da morte permanece inalterado como também inalteradas permanecem as conseqüências do pecado, e não se pode ter certeza quanto ao significado da Morte do Messias. Conseqüentemente, os que crêem ainda estão em seus pecados, exatamente onde estavam antes de ouvirem o nome de Yeshua".
R. M. Cheyne Edgar, em seu livro The Gospel of a Risen Saviour (O Evangelho de um Salvador Ressurreto), afirmou: "Aqui está um Mestre religioso, e Ele com toda tranqüilidade declara que arrisca tudo o que disse em Sua capacidade de, depois de ter sido morto, ressuscitar dos mortos. Sem risco algum, podemos pressupor que nunca houve, nem antes nem depois, uma proposta como essa. Dizer que esse teste extraordinário foi inventado por místicos que estudavam profecias e que foi inserido nas narrativas dos Evangelhos é exigir demais de nossa credulidade. Aquele que está pronto a apostar tudo em Sua capacidade de voltar do túmulo está diante de nós como o mais original de todos os mestres, alguém que brilha em Sua própria vida, a qual se comprova a si mesma! "
"D. F.Strauss, por exemplo, o mais sarcástico e insensível dentre os críticos da congregação do Eterno, ao tratar da Ressurreição, reconhece que ela é o 'teste decisivo não apenas da vida de Yeshua, mas da própria fé messiânica' que 'toca no âmago desta fé', e que é decisiva para toda a idéia de fé messiânica" (Nova Vida de Yeshua), tradução em inglês, 2 vol. Londres: 1865, vol. 1, p. 41, 397). Se isto se for, tudo aquilo que é vital e essencial à fé messiânica também se vai, se ficar, tudo o mais ficará.
E assim, através dos séculos, de Celso em diante, a Ressurreição tem sido o centro tempestuoso que recebe ataques contra a fé no Messias".
No dizer de B. B. Warfield, "o próprio Yeshua, para obter a confiança dos homens, deliberadamente aposta todos os Seus ensinamentos em Sua ressurreição. Quando lhe pediram um sinal Ele apontou para ESTE SINAL (A RESSURREIÇÃO) como Sua credencial única e suficiente".
Ernest Kevan fala a respeito do famoso teólogo suíço, Frederick Godet: "Ele se refere à importância da ressurreição de Yeshua e assinala que foi a esse milagre, e somente a ele, que Yeshua se referiu como sendo a confirmação de Seus ensinos e de Sua autoridade".
Michael Green aborda bem a questão: "A fé no Messias não sustenta que a ressurreição seja um dentre vários sistemas de crença. Sem a fé na ressurreição não existiria fé messiânica alguma. A congregação messiânica jamais teria começado a existir; com a execução de Yeshua, o movimento daqueles que O seguiam ter-se-ia extinguido tal como uma fogueira alimentada com lenha molhada. A fé messiânica permanece em pé ou cai juntamente com a verdade da ressurreição. Mostre que a ressurreição não aconteceu e você se verá livre da fé messiânica. A fé messiânica é uma FÉ QUE SE BASEIA NUM FATO HISTÓRICO EXTREMAMENTE BEM DOCUMENTADO. Ele afirma que Deus assumiu o risco de Se envolver na história humana, e os fatos estão aí para que você examine com todo o rigor possível. Esses fatos suportarão qualquer dose de investigação crítica..."
John Locke, o famoso filósofo britânico, disse o seguinte a respeito da ressurreição de Yeshua: "A ressurreição de nosso Salvador... é de fato algo de grande importância para a fé no Messias; e tão importante que Ele SER OU NÃO SER O MESSIAS DEPENDE DESSE ACONTECIMENTO: de maneira que esses dois importantes aspectos são INSEPARÁVEIS e, na realidade, constituem uma verdade única. Pois, desde aquela época, crer num desses aspectos implica crer nos dois; e NEGAR um deles implica CRER EM NENHUM".
Nas palavras de conclusão ditas por Philip Schaff, o historiador: "A ressurreição de Yeshua é, portanto, decisivamente o teste que determina a veracidade ou a falsidade da fé no Messias Yeshua. Ou é o maior milagre ou é o maior engano registrado pela história".
Wilbur Smith, erudito e professor de renome, afirma: "Jamais se forjou, nem jamais se forjará, uma arma que destrua a confiança racional nos registros históricos deste acontecimento memorável e predito. A ressurreição de Yeshua é a própria fortaleza da fé no Messias. É a doutrina que, no primeiro século, virou o mundo de cabeça para baixo; que, de um modo preeminente, elevou a fé no Messias acima do judaísmo tradicional e das religiões pagãs do mundo mediterrâneo. Se a ressurreição não subsistir, de igual forma quase tudo o mais que é vital e singular ao Evangelho do Senhor Yeshua, o Messias, não subsistirá: 'Se o Messias não ressuscitou, é vã a vossa fé'" (1 Coríntios 15:17).

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